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⚠️ Superliga europeia de clubes é oficializada

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A informação do New York Times se confirmou na noite deste domingo (18): está criada a Superliga europeia de clubes.

A nova entidade divulgou comunicado oficializando os detalhes da união dos 12 clubes fundadores que causou grande impacto na Europa.

Florentino Pérez (Real Madrid) é o presidente da Superliga. Andrea Agnelli (Juventus) e Joel Glazer (Manchester United) são os vices.

Agnelli, que é mandatário da Juventus, deixou o cargo de presidente da ECA, a Associação dos clubes europeus que ficou contra a criação da Superliga.

“Os clubes fundadores esperam discutir com Uefa e Fifa para trabalhar juntos em parceria pelos melhores desfechos para a nova liga e o futebol como um todo”, diz o comunicado.

O texto ainda diz que as última discussões sobre as competições europeias “não resolvem problemas fundamentais, como a necessidade de jogos de maior qualidade e recursos financeiros adicionais para a pirâmide do futebol”.

Os 12 clubes fundadores são: Arsenal, Atlético Madrid, Barcelona, Chelsea, Inter de Milão, Juventus, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Milan, Real Madrid e Tottenham.

Bayern, Dortmund e PSG foram os outros convidados para fechar o Top-15 que não é rebaixado – mas não entraram.

O clube francês defendeu que “o futebol é para todas as equipes” ao não comprar a ideia da Superliga.

Existe a possibilidade de Leipzig e Porto serem dois dos três times que faltam para fechar o grupo de times fixos.

Qual será o formato?

  • 20 clubes – 15 fundadores (os outros três ainda não foram anunciados) e cinco classificados pela temporada anterior.
  • Dois grupos de dez times cada.
  • Os três primeiros de cada chave avançam automaticamente às quartas.
  • Os quartos e quintos colocados disputam um playoff pelas outras duas vagas.
  • Mata-mata com jogos de ida e volta.
  • Final única em campo neutro.
  • Jogos realizados nos meios de semana.

A Uefa e diversas Ligas – Premier League (Inglaterra), Bundesliga (Alemanha), Serie A (Itália), La Liga (Espanha) e Ligue 1 (França) – já haviam garantido que fariam de tudo para impedir a realização da Superliga – até judicialmente.

E a Eredivise (Holanda) se juntou ao grupo na última hora.

A oficialização gerou mais repercussões, inclusive de Boris Johnson, o primeiro-ministro inglês.


Foto: IMAGO / Pressinphoto