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Vítor Pereira explica escalação e fala sobre gestão de atletas no Corinthians

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  1. Por Levi Natan / Redação da Central do Timão

Nesta terça-feira (9), o Corinthians entrou em campo diante do Flamengo, no Maracanã, em partida válida pela volta das quartas de final da Copa Libertadores. O Timão buscava reverter o placar de 2 x 0 sofrido no jogo de ida para avançar na competição. No entanto, a equipe perdeu por 1 x 0 e foi eliminada do torneio.

Após a partida, o técnico Vítor Pereira concedeu entrevista coletiva e falou sobre diversos assuntos relacionados ao jogo e à equipe. Entre os temas, o treinador explicou a estratégia adotada para escolher a escalação inicial para o duelo.

Carl de Souza/AFP via Getty Images

Penso em apresentar uma equipe equilibrada. Chegar aqui ao Flamengo e levar gol cedo acabaria com a eliminatória. Nós competimos até o gol, de forma equilibrada, coletiva, organizada, portanto, todas as decisões que tomei hoje não foram gestão física, foram técnica, tática e física também. A escalação e substituições tiveram critério por trás, não só físico, mas também tático e técnico.

“A seguir vão querer que ganhe do Palmeiras. Queriam que ganhasse aqui, do Palmeiras daqui a quatro dias e depois que se reverta da Copa do Brasil em mais quatro dias. Mas o futebol não é assim, não é isso, do outro lado há uma equipe, há qualidade, uma equipe que quer ganhar, tem argumentos. Mas a atitude tem que estar lá sempre. Hoje tivemos caráter, atitude, quisemos reverter. Não é se jogou A ou B, se tivéssemos perdido estaríamos aqui dizendo porque não geriu de outra forma.”

Depois, Vítor Pereira falou sobre o uso de atletas experientes e defendeu o rodízio implementado desde sua chegada ao Timão.

“Nosso trabalho é competente, rigoroso. Se temos que fazer gestão é porque sentimos que o jogador não está em condição de estar em seu melhor nível no jogo. Estou orgulhoso do que minha equipe fez, estrategicamente bem trabalhado até o gol deles. Depois do gol há uma quebra, uma determinada desorganização. Até aí estávamos a provocar erros no Flamengo.

Medalhões jogam. Não podemos jogar com uma equipe e depois trocar por outra. Como tivemos que jogar três dias atrás, debaixo de chuva, com terreno pesado, senti que alguns deles foram ao limite. Só quem não sabe nada de futebol, quem nunca esteve dentro, a treinar, não há 30 anos, mas agora, com a intensidade que se joga agora, não entende por que tive que fazer a gestão. Seriam incapazes de pressionar como eu quero e acelerar o jogo como eu quero. Seria impossível. Já aconteceu outras vezes.

O Renato tem que ter cuidado, vinha de uma paragem longa, outro dia jogou 30 minutos, hoje 45. Só se quiséssemos que ele voltasse atrás. Balbuena estava cansado, está numa sequência, debaixo de fadiga, por isso alguns erros que não são normais dele. Foi necessário jogar jogos consecutivos e, se olharmos para os últimos jogos, teve erros que não são normais deles. Não acredito que Gil estivesse fresco para jogar hoje. Róger na segunda parte foi ao limite. Não poderíamos vir aqui desequilibrados.

O próximo compromisso do Corinthians será neste sábado (13), diante do Palmeiras, às 19h (Brasília), na Neo Química Arena, em partida válida pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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