Roger abre o jogo e fala abertamente sobre o porquê seu time não joga como o de 2015 | OneFootball

Roger abre o jogo e fala abertamente sobre o porquê seu time não joga como o de 2015

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JB Filho Repórter

Resumo da entrevista que Roger deu pra gente no Donos da Bola:

  • A crítica no futebol é retroativa. Ele vem cumulativa pelo que aconteceu. Indicou que ainda tem crítica ao time por conta do rebaixamento.
  • O torcedor vai pro estádio querendo que o futebol seja o mesmo apresentado na época das conquistas. Nesse momento, não é possível fazer o futebol de antes pela característica dos jogadores e pela maneira que se joga a segunda divisão.
  • Na segunda divisão, a bola não para no meio-campo, ela é mais de jogadas rápidas, de transição defesa pro ataque direto.
  • Lembrou que, naquele time, tinha o Maicon que conseguia fazer 150 ações por jogo. Um volante normal participa de 70 ações, ele fazia o dobro, equivalia por dois. Luan criava uma superioridade no ataque que ninguém fazia. Foi uma combinação de fatores que fizeram aquele time.
  • E nem sempre vai se jogar igual, tem vezes que nem o técnico da seleção joga como ele quer, ele depende da geração de jogadores que tem à disposição.

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  • Cruzeiro e Vasco já estão há um tempo na segunda divisão e já adaptaram. E isso faz diferença.
  • Cresceu como treinador quando estava no Bahia. Foi contratado para fazer o time ter mais a posse de bola, mas olhou o elenco e viu que não dava pra jogar assim. Tinha cinco volantes, quatro jogadores de beirada rápido, quatro laterais bons e um centroavante rápido. Ali, entendeu que tinha que jogar de outra maneira. Quando via o adversário ter mais a posse, rondar a área, até tinha mal estar, mas percebeu, que mesmo não tendo a posse de bola, tinha o controle da bola. Se considera mais completo por conta disso.
  • Pensa que eles ainda estão devendo fora de casa. Devendo melhores atuações, mais seguras, com resultados melhores. São muitos empates, mas empatar fora e vencer em casa, é uma boa.
  • Ainda não sabe se vai ficar no Grêmio no ano que vem. Desejar, ele deseja ficar, mas depende da nova diretoria.
  • Muito maior que a pressão que a imprensa e o torcedor colocam, a pressão que ele mesmo se coloca, é muito maior.
  • Acha injusto quando dizem que o seu trabalho não tem fôlego porque fica pouco tempo nos clubes. Afinal, os clubes não deixam nem ele ter um trabalho fracassado, os clubes brasileiros demitem técnicos por alguns jogos ruins. Não chegam nem a fracassar e já são demitidos.

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