Pulisic: “(No Chelsea) Eu nem sempre tenho jogado nas posições em que quero jogar” | OneFootball

Pulisic: “(No Chelsea) Eu nem sempre tenho jogado nas posições em que quero jogar”

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O Chelsea não está satisfeito com o seu setor ofensivo e, segundo uma reportagem do The Athletic, os atacantes do campeão europeu também não estão muito satisfeito com a maneira como estão sendo utilizados e cobrados pelo técnico Thomas Tuchel. E nesta quarta-feira, Christian Pulisic, com a seleção norte-americana, afirmou à imprensa local que nem sempre atua na posição em que gostaria de atuar.

Não tem as mesmas proporções bombásticas das declarações de Romelu Lukaku às vésperas do Ano Novo, mas dialoga com a matéria do The Athletic que diz que o ótimo clima do vestiário do Chelsea desde a chegada de Tuchel começa a se deteriorar porque os jogadores de ataque estão insatisfeito com a maneira “brutal”, como descreve uma fonte, pela qual são cobrados após cada erro.

Segundo a reportagem, os atacantes também estão insatisfeitos com a aparente falta de critério nas escolhas de Tuchel para o setor, com trocas constantes – também motivadas por Covid-19 e lesões -, o que acaba minando a confiança deles. Antes de ganhar do Tottenham no último fim de semana, o Chelsea havia ganhado apenas duas em sete rodadas da Premier League, com oito gols marcados no período.

“É difícil. Eu nem sempre tenho jogado nas posições em que quero jogar”, afirmou Pulisic, que fez 19 partidas nesta temporada, dez desde o início, muitas vezes como o homem mais avançado do ataque. “Mas acho que é uma boa qualidade ser versátil e capaz de jogar em todas as posições e ter diferentes pontos fortes em campo. Eu aprendi muito e estou pronto para talvez estar em um lugar nos próximos jogos em que me sinto mais confortável”.

Principal nome do futebol dos Estados Unidos no momento, Pulisic também falou sobre a pressão de sempre ser questionado sobre a sua situação no Chelsea, com altos e baixos não apenas nesta temporada, mas desde que foi contratado do Borussia Dortmund. “Não estou exatamente onde gostaria de estar e como eu gostaria que as coisas estivessem agora. Vou continuar em frente e não me afeta quando venho para cá”, disse.

“Há dois lados para mim, especialmente quando as pessoas perguntam como eu estou. Há o lado futebolístico e o lado pessoal. O lado pessoal é ainda mais importante para mim e estou bem nesse sentido. É muita coisa, às vezes. Quando venho à seleção, é ‘Como vão as coisas no Chelsea?’ e ‘o que é isso’ e o ‘o que é aquilo’. É difícil. Mentalmente, pesou em mim algumas vezes, mas eu estou sempre muito empolgado em estar com a seleção gosto de jogar com esses caras e de jogar futebol no geral”, completou.

Em segundo lugar no octogonal final das Eliminatórias da Concacaf, um ponto atrás do Canadá, os Estados Unidos enfrentarão El Salvador, em casa, e os canadenses, fora, nesta rodada dupla no fim de janeiro.

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