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Os maiores artilheiros da história Cruzeiro

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A história de um dos maiores clubes de futebol do Brasil é feita com gols. E muitos gols. O Cruzeiro tem até hoje o maior ataque em uma edição de Libertadores da América, 46 gols em 13 jogos na edição de 1976, marcou mais de 100 gols na sua segunda conquista de Campeonato Brasileiro e ao longo dos quase 100 anos, teve muito mais destaque nos tentos feitos do que nos evitados.

Os maiores jogadores que balançaram as redes faziam parte daquele time que derrotou o Santos de Pelé na Taça Brasil de 1966 e no que venceu o River Plate na Libertadores de 1976. Outros são mais antigos, ainda da época quando o Cruzeiro era Palestra Itália e carregava as cores do país em formato de bota. Somente um jogou no século XXI dos 10 maiores artilheiros. Assim, nenhum jogador na ativa está na lista dos 10 mais.

De trás para frente, o décimo colocado é o ponta-direita Raimundo Ferreira Silva, chamado de Raimundinho, com 112 gols entre os anos de 1951 a 1963. Em nono está o ‘bailarino’ Joãozinho, autor do gol do título da Libertadores de 76, com 118 gols. A oitava posição vem ainda da época do Palestra Itália (1921-1942) e começo do Cruzeiro, o ponta-esquerda Alcides Lemos com 144 gols.

Os três seguintes foram grandes centroavantes. Palhinha, da década de 1970, está na sétima posição com 145 gols feitos entre 1968 e 1984. O sexto colocado é o único que atuou pelo Cruzeiro no século XXI, o decisivo Marcelo Ramos, que fez o gol no dia de maior público da história do Mineirão, a final do Mineiro de 1997 ante o Villa Nova com 130 mil presentes. Ele entre 1995 e 2003 fez 162 gols. João Fantoni, o Ninão, que fez história no clube entre 1923 e 1938 completa a trinca com 167 gols na quinta posição.

Importante quando o Palestra Itália teve criado o departamento de Basquete e Vôlei, o quarto atleta com mais gols atuou entre 1927 e 1939 é o atacante Itálo Frattesi, o Bengala, que fez 168 tentos. Também da mesma época, já no top 3 e na casa das duas centenas, vem o Leonízio Fantoni, o Niginho com 213.

Os dois primeiros são meio-campistas que levaram o Cruzeiro ao primeiro título nacional de sua história, a Taça Brasil de 1966. Na vice-artilharia vem o ‘príncipe’ Dirceu Lopes com 223 gols e o máximo artilheiro é um tal de Eduardo Gonçalves Andrade, que poucos conhecem assim. Esse com 245 gols é o Tostão, o maior goleador do clube.

Confira a lista com os maiores artilheiros do Cruzeiro:

1 – Tostão – 245 gols

2 – Dirceu Lopes – 223 gols

3 – Niginho – 213 gols

4 – Bengala – 168 gols

5 – Ninão – 167 gols

6 – Marcelo Ramos – 162 gols

7 – Palinha – 145 gols

8 – 144 gols

9 – Joãozinho – 118 gols

10 – Raimundinho – 112 gols

Foto de capa: Arquivo

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