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Nota de Pesar – 21/05/2022

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Goiás Esporte Clube

Nota de pesar – 21/05/2022

O Goiás Esporte Clube lamenta profundamente o falecimento de João Malandro, aos 95 anos, neste sábado (21)

João Malandro, que era viúvo, deixa oito filhos, 18 netos e nove bisnetos. O velório será no Jardim das Palmeiras, a partir das 20h.

Que Deus conforte a família, amigos e todos do clube.

João Alves dos Santos 14/02/1927 a 21/05/2022

O torcedor símbolo do time do Goiás Esporte Clube, um dos mais antigos da capital, João Alves dos Santos, que era mais conhecido como João Malandro, morreu na tarde deste sábado (21). João Malandro estava internado em um hospital do Centro de Goiânia há mais de 15 dias em decorrência de problemas de saúde por conta da idade. Ele tinha 95 anos de idade, era diabético, hipertenso e estava com saúde debilitada há algum tempo após a perda da sua esposa, em 2019.

João Malandro nasceu na Cidade de Goiás, em 14 de fevereiro de 1927, e veio para Goiânia antes mesmo da fundação da capital. Ele trabalhou na construção de Goiânia e foi um dos precursores na criação do Goiás Esporte Clube, chegando a fazer parte do Grupo 33, que era um seleto grupo de torcedores esmeraldinos. Na década de 1940, ele serviu na Força Pública de Goiás (atual PM) e também foi um dos mais conhecidos motoristas da capital, tendo atuado na função por mais de 50 anos.

A profissão de motorista foi a que ele mais amou e a que proporcionou grandes amigos e lindas histórias para a vida de João Malandro. Trabalhou nas empresas Expresso Goiás, Expresso Bandeirante, Viação Santa Luzia e Viação Araguarina. Políticos importantes como Iris Rezende, Maguito Vilela, Marconi Perillo, Mané de Oliveira e grandes nomes da imprensa goiana foram passageiros do antigo motorista. “Meu pai sempre contava com orgulho as pessoas que ele carregava sem cobrar passagem. Muitos estudantes que não tinham como ir para a faculdade na época andavam de graça com ele. A gentileza e o sorrisão sempre aberto eram o cartão de visita dele. Já ouvi muitas histórias de gratidão dessas pessoas. Isso mostra que ele foi muito feliz na profissão e um grande homem”, lembra o cronista esportivo e filho de João Malandro, João Alves Filho, que herdou o apelido carinhoso do pai.

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