Morata salva Juventus com gol nos acréscimos em vitória sofrida contra o Ferencváros

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A Juventus fez um jogo muito ruim contra o Ferencváros, mas mesmo assim conseguiu uma sofrida vitória por 2 a 1, pela Champions League. A equipe teve muitas dificuldades diante do adversário húngaro, com quem tinha empatado fora de casa por 2 a 2 na rodada anterior. Apesar da atuação abaixo do esperado, o que se destaca é que Cristiano Ronaldo arrancou um gol quando o time não conseguia criar e que Álvaro Morata marcou quando o empate parecia inevitável. Uma vitória muito bem-vinda aos italianos, que serve mais como alívio.

Pirlo foi a campo em uma formação bastante ortodoxa: um 4-4-2, com Wojciech Szczesny no gol, Juan Cuadrado na direita, Danilo e Matthijs De Ligt como zagueiros centrais e Alex Sandro na esquerda. O meio-campo foi formado por Weston McKennie na direita, Rodrigo Betancur no meio, junto com Arthur, e Federico Bernardeschi na esquerda. Paulo Dybala e Cristiano Ronaldo formaram o ataque.

O jogo foi muito mais difícil do que se imaginava. Houve até um certo equilíbrio no primeiro tempo. E aos 18 minutos, o gol dos húngaros saiu. Tokmac Nguen brigou pela bola, avançou, foi até a direita, cruzou para a área, a bola desviou em Alex Sandro e Myrto Uzuni completou para o gol: 1 a 0.

A parceria entre Dybala e Ronaldo não rendeu os frutos esperados. A melhor jogada entre eles foi um passe do argentino ao português, que marcou, mas foi marcado impedimento, corretamente. Nenhum dos dois jogadores faz uma referência na área e sofria com a defesa bem montada pelo Ferencváros.

A Juventus era até melhor, é verdade, mas não era exatamente uma situação que amassava o adversário. Faltavam boas chegadas ao ataque da Velha Senhora. Os atacantes da Juve pareciam incomodados com a situação e passaram a buscar mais o jogo por si mesmos. Até que veio o lance que igualou o marcador. Cristiano Ronaldo recebeu na direita, cortou para o meio e, de pé esquerdo, chutou de fora da área para acertar o canto e marcar: 1 a 1 no placar.

Embora a Juve tenha ficado com 68% da posse de bola, pouco conseguiu fazer. Em finalizações, teve só uma a mais, sete a seis, e também uma a mais em finalizações certas, três a duas. Se esperava mais no segundo tempo. A expectativa foi frustrada.

Para tentar melhorar o time, o técnico Pirlo fez três mudanças de uma vez, aos 17 minutos: colocou em campo Álvaro Morata no lugar de Paulo Dybala, Federico Chiesa no lugar de Bernardeschi, e Dejan Kulusevski no lugar de McKennie.

Morata conseguiu um lance perigoso: colocou uma bola em profundidade para Ronaldo, que passou pelo goleiro, mas Dénes Dibusz conseguiu se recuperar. Depois, foi a vez de Morata receber em profundidade de Chiesa e finalizar, mas errou e mandou para fora. O empate se aproximava mais e mais com o relógio andando rápido para os italianos.

Isso até os 46 minutos. Juan Cuadrado avançou pelo lado direito, conseguiu cruzar e Morata cabeceou para baixo. A bola foi em cima do goleiro, mas muito rápida e Dibusz desta vez falhou: a bola entrou e a Juve teve motivos para comemorar. Uma vitória sofrida, um 2 a 1 suado, mas muito importante.

A Juventus chega a seis pontos, deixa o Ferencváros com um, assim como o Dynamo Kiev. Com isso, fica a um passo da classificação. Com uma vitória nos últimos dois jogos, garante a vaga independente dos outros resultados.

Como esperado, o grupo deve mesmo terminar com Barcelona e Juventus nas primeiras posições. A não ser que a Juventus consiga o feito de jogar mal mais uma vez assim e não conseguir mais vencer. Mesmo assim, pode acabar se classificando, porque depende de Ferencváros ou Dynamo Kiev conseguirem vitórias improváveis.