Marinho diz que final da Libertadores foi o pior jogo pelo Santos: “Errei em pedir para não sair”

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Marinho acredita que fez seu pior jogo pelo Santos justamente na final da Libertadores da América contra o Palmeiras, em janeiro, no Maracanã.

O atacante fez tratamento intensivo no joelho para disputar a decisão, mas uma dividida com Luiz Adriano atrapalhou os planos do camisa 11.

“Eu tomei uma pancada no joelho e tratava até de noite. Manhã, treino à tarde, tratamento depois do jogo e depois em casa até uma da manhã. Me preparei para a final e faço o pior jogo meu com a camisa do Santos. Além de termos perdido, eu fui tentar chutar uma bola, dividi com o Luiz Adriano e senti o joelho machucado. Errei em pedir para não sair, mas falariam que eu senti a final. Tentei continuar, mesmo mal, mancando, e falhei. Tudo que imaginei que faria eu não fiz. Isso me machucou o tempo todo. Para muitos eu esqueci de jogar depois da final da Libertadores, mas aquilo me machucou. Não conseguia nem andar depois da final, fiquei quatro jogos fora. Meu joelho estava inchado, eu tomava infiltração para jogar. Parei com as injeções e fui tratar. E aí comecei o tratamento, parei alguns jogos, uns quatro jogos, coisa de três semanas. Focamos no Brasileirão para colocar o time na Libertadores e conseguimos, mesmo com o desânimo de perder uma final”, disse Marinho, ao Flow Podcast.

“Quando eu voltei, conseguimos classificar, e eu estava brigando pela artilharia. Faltava um gol, eu estava empatado com Luciano e Claudinho, com 17 gols. O último jogo era contra o Bahia em Salvador, e o técnico liberou os titulares por 10 dias. Eu pedi para ficar até o último jogo, mesmo se diminuísse minha folga. Era jogo importante pela artilharia e queria fazer o maior número de jogos no campeonato. E aí peguei covid-19, não viajei para o jogo. Fiquei 12 dias trancado, não ganhei folga e nem joguei. Se eu fizesse gol, seria artilheiro junto com Luciano e Claudinho. Depois do isolamento, emagreci cinco quilos. Voltei, ganhei peso e ainda tratando o joelho, algo que sentia ainda. Fiquei 46 dias sem jogar se não me engano, perdi alguns jogos do Estadual e na Pré-Libertadores voltei contra o San Lorenzo”, completou.

Marinho agora se sente recuperado. O incômodo no joelho dificulta as finalizações, principal característica do jogador de 31 anos. Contra o Atlético-GO no último domingo, ele acertou bonito chute e a bola bateu na trave e nas costas do goleiro Fernando Miguel, mas não entrou.

“Agora estou zero, zerado. Estou até chutando, falavam que eu não chutava mais no gol. Ninguém sabia o que eu passava. Agora me recuperei e chuto de onde eu pego. Os mini-mísseis não acontecerão por acaso. Faço no treino e levo para o jogo. Tem dia que entra e tem dia que bate nas costas do goleiro e não entra”, concluiu.

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