Maiores contratações do São Paulo têm sido tiros na água

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O São Paulo vive uma gangorra em seu desempenho na temporada de 2021. O clube conseguiu conquistar um título depois de quase 9 anos, mas oscila entre o flerte com a zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro e o avanço às quartas de finais da Libertadores após 5 anos.

O ano de 2021 é o primeiro “cheio” para a gestão de Júlio Casares, que diferentemente de 2020, abriu os cofres e já trouxe 7 novos jogadores. Contudo, o mais caro deles, o lateral Orejuela, ainda luta para mostrar seu trabalho.

Em pouco mais de 4 meses no clube, o atleta colombiano tem apenas 6 partidas e não atua há mais de um mês. Contratado junto ao Cruzeiro, após empréstimo para o Grêmio, Orejuela é o reforço mais caro de Casares até agora, custando R$ 13,5 milhões.

Aliás, o Tricolor tem dado azar com suas maiores contratações nos últimos anos. A maioria dos atletas não conseguiu corresponder o alto investimento dentro do campo. Confira alguns nomes que decepiconaram além de Orejuela:

Pablo – 2019

Começando por Pablo, aquisição mais cara da história do Tricolor, que custou R$ 26,6 milhões aos cofres são-paulinos em 2019. Depois de uma grande temporada pelo Athletico-PR, em 2018, o atacante veio como promessa de gols, porém tem deixado a desejar desde sua chegada e atualmente é reserva com Hernán Crespo. São 108 jogos e 28 gols com a camisa são-paulina.

Éverton – 2018

Em 2018, o São Paulo trouxe o meia-atacante Éverton que estava encostado no Flamengo por R$ 15 milhões. O jogador até iniciou bem sua trajetória no Morumbi, sendo uma das principais peças da equipe de Diego Aguirre. No entanto, caiu de nível assim como o restante daquele elenco e foi envolvido no negócio que trouxe Luciano do Grêmio. Pelo Tricolor Paulista, foram 70 jogos e 8 gols.

Maicon – 2017

O zagueiro conhecido como “God of zaga” (Deus da zaga em inglês) na verdade chegou ao Morumbi em 2016 por empréstimo junto ao Porto, de Portugal. Depois de conquistar a torcida, especialmente na campanha que levou o Tricolor às semifinais da Libertadores, a diretoria são-paulina decidiu gastar R$ 22,1 milhões e contratá-lo em definitivo. Contudo, o defensor não conseguiu repetir as atuações que o haviam consagrado, perdeu espaço e foi vendido ao Galatasaray, da Turquia.

As contratações são de duas diretorias diferentes, mas revelam o insucesso do Tricolor na formação de elencos competitivos nos últimos anos.

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