Kleina busca base por time titular na Ponte Preta: ‘É o que nós queremos’

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Gilson Kleina quer definir uma base titular para Ponte Preta se reabilitar na Série B do Campeonato Brasileiro e interromper jejum de dez jogos na temporada.

Pressionado no cargo pela lanterna nos pontos corridos, treinador, após empate sem gols diante do Operário, ainda não sabe o que é repetir escalação pela Macaca nos seis primeiros jogos.

“É o que nós queremos. A gente não quer, a cada dois ou três jogos, ter que ir trocando, mas é aquilo que eu falei. Existem, hoje, protocolos e processos que eu tenho que respeitar para gente não perder atletas aí de 15 ou 20 dias de lesão. Então a gente está colocando jogadores que estrearam, que, ao meu ver, a equipe foi muito bem, principalmente no primeiro tempo em que nós criamos as condições. Ao mesmo tempo, a gente consegue descansar jogadores importantes. Hoje, entraram Moisés e Niltinho, que foram titulares, mas é um processo. Nós temos que escolher os melhores para iniciar”, afirmou.

“Foi uma situação um pouco diferente a forma que a gente jogou, mas eu acho que agradou. Faltou, ao meu ver, no primeiro tempo, a bola entrar e a gente ter uma precisão e uma finalização de um pouco mais de consciência para gente poder definir o gol e a equipe ter essa tranquilidade para, depois, ter na sequência do jogo. Então a gente quer repetir, mas, nesse momento, a gente sabe que, por todos os fatores que eu falei, dentro do nosso elenco, acho que vai ficar uniforme e vai ficar coeso, porém, nesse momento, a gente está fazendo esses ajustes em todos esses fatores”, emendou.

BASTIDORES

Gilson Kleina, em coletiva de imprensa, voltou a reforçar importância de um ambiente favorável para Ponte Preta buscar reação na Série B após desabafo por derrota no Dérbi 200.

“Quando eu vim para Ponte Preta, minha gestão sempre foi uma gestão otimista e sempre fazendo com que a Ponte Preta possa ser a melhor equipe. A gente pode fazer o melhor trabalho. A gente pode fazer o melhor trabalho. A gente pode melhorar cada atleta e melhorar cada profissional, cada um dentro do seu segmento. Quando eu falo dessa situação de negatividade, é não trazer de fora para dentro. A gente sabe que nós estamos passando uma situação delicada, mas nós temos totais condições de sair. Nós temos força para sair e só vai sair se o ambiente for favorável”, pontuou.

“Então eu acho que é isso que nós temos que pregar: um ambiente favorável. É dar tranquilidade para os atletas para dar essa blindagem. Nós temos atletas aí importantíssimos, atletas que podem nos render e que podem fazer a diferença e fazer uma Ponte Preta forte. A gente sabe que a camisa da Ponte Preta entra em qualquer competição e é respeitada. Nesse momento, nós temos uma pontuação muito baixa, mas não é isso que a gente quer. Então é criar uma ambição, criar um fator positivo e criar um clima, que a gente tem condições de reverter e de reagir”, finalizou.

O QUE VEM POR AÍ?

Com apenas dois pontos conquistados em seis rodadas, ainda sem vencer, Ponte Preta volta a campo na Série B do Campeonato Brasileiro nesta sexta-feira, 25 de junho, diante do Brasil de Pelotas, a partir das 19h, no Estádio Bento Freitas.

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