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Ídolo do Corinthians e revelado no Flamengo, Marcelinho diz que torcerá para o Timão na Libertadores

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  1. Por Levi Natan / Redação da Central do Timão

Jogador com passagens por Corinthians e Flamengo, Marcelinho Carioca revelou para quem torcerá no jogo decisivo entre as equipes por uma vaga à semifinal da Copa Libertadores. Os times entram em campo nesta terça-feira (9), às 21h30 (Brasília), no Maracanã, em partida válida pela volta das quartas de final da competição continental.

O Timão busca reverter um resultado negativo de 2 x 0 sofrido na ida para avançar no torneio. Em entrevista concedida à ESPN, Marcelinho Carioca não titubeou ao revelar para quem torcerá no jogo.

Lógico. É Coringão, Coringão, sempre. Não fico em cima do muro. Sou grato ao Clube de Regatas Flamengo, que me ascendeu ao futebol brasileiro, mas sou Corinthians minha vida, Corinthians minha história, Corinthians meu amor. Coringão, Coringão.

Foto: Reprodução

Apesar de ter sido revelado no Flamengo, foi no Corinthians onde Marcelo Pereira Surcin, o Marcelinho Carioca, conquistou os principais títulos da carreira. Ao todo, foram nove conquistas pelo Timão: 4x campeão paulista (1995, 1997, 1999 e 2021), 2x campeão brasileiro (1998 e 1999), 1x campeão da Copa do Brasil (1995), 1x Copa Bandeirantes (1994) e 1x campeão do Mundial de Clubes (2000).

O ex-meia citou as principais lembranças que possui do Clássico das Multidões quando era jogador.

O primeiro gol de falta, em 1991, lá em Cuiabá. Você fazer o primeiro gol no profissional contra o Corinthians é um negócio muito forte. No momento eu não tinha noção do que estava acontecendo. Fui ver na semana.

Aí contra o Flamengo, no primeiro jogo contra eles, em 1994, pelo Brasileiro, no Pacaembu. Fiquei nervoso, ansioso na concentração. Ganhamos de 1 a 0, gol do Sousa. Eu tive uma participação moderada. Não tive destaque. Lembro que dias antes um dirigente me ligou e pediu para eu puxar o freio de mão, não escangalhar o Flamengo. Aí deu uma confusão danada, um rolo danado, porque acabei falando isso na imprensa. Lembro também de 1996, quando fomos jogar no Maracanã, foi 1 a 1 e eu fiz um gol de pênalti.

Por fim, Marcelinho falou sobre as diferenças de atuar em ambas as equipes e destacou a paixão e o fanatismo de ambas as torcidas.

Jogador diferenciado joga em qualquer lugar, com público, com estádio lotado ou com uma pessoa só. Ele vai fazer por amor e tem a condição para desenvolver. Ele ama aquilo que ele tá fazendo. A diferença de torcida, de grito, são situações diferentes, virtudes, qualidades, gritos, cada um tem a sua cultura. Não tem como falar esse é melhor do que aquele. São situações diferentes, inusitadas do povo carioca e do povo paulista.”

“São as duas maiores torcidas do Brasil e o amor e o fanatismo transcendem a razão. Às vezes, o cara tá juntando o dinheiro para comprar uma casa, mas tem a viagem da final do Mundial. Ele vai gastar tudo e vai pra o Mundial. Depois ele perdeu aquele lance, mas ele não se arrepende porque ele realizou o sonho dele.”

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