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·27 de setembro de 2023

GANSO OU JOHN KENNEDY

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GANSO OU JOHN KENNEDY (MARIO NETO)

Paulo Henrique Ganso ou John Kennedy, eis a questão! Segundo os responsáveis pela cobertura diária do nosso Fluminense, este é o X da questão do Diniz para definir os onze que começarão o logo mais contra o Internacional. Sobre este jogão falo depois. Primeiro quero falar sobre esta dúvida do nosso treinador. É claro que a escolha de um ou outro significa o time que ganhou ultimamente, e o do bicampeonato estadual em cima do Flamengo e aquela partida histórica contra o River Plate na fase de grupo aqui no Mario Filho. Significa também uma mudança radical. Sairemos de praticamente um 4-2-4 para o 4-3-3, reforçando o setor de meio campo. Não sou o nosso técnico e nem queria estar na sua pele no momento, porém como dizem por aí, ele que ganhe para sair desta situação. Neste caso não fico em cima do muro. Prefiro o sistema que fortalece o meio de campo, com o Paulo Henrique Ganso, o quase 4-3-3. A razão desta minha preferência não tem mistério e tem muito a ver com o nosso adversário de logo mais. Nos jogos a que assisti, em todos eles o Internacional utilizou em grande parte da partida quatro ou cinco jogadores, o que nos deixaria numa situação de inferioridade na teoria e, por que não, na prática. E seria um risco desnecessário deixar o habilidoso Alan Patrick com espaços suficientes para nos criar problemas, já que é o celebro pensante deste Inter. No caso do Paulo Henrique Ganso não ter condição de jogo, ainda assim não tenho certeza de que voltaria para o quase 4-2-4 que surpreendeu a todos nas partidas contra o Olímpia, principalmente lá em Assunção. Como já deixei a entender, deixaria o John Kennedy no banco como opção para o segundo tempo, no caso de precisarmos de mais um atacante. Tem outo fator que justifica essa minha opinião: é que o time gaúcho é muito superior ao time paraguaio. Enquanto o esquema do Olímpia basicamente se resumia a lançar bolas aéreas sobre a nossa área, o arsenal do nosso rival logo mais é muito maior que isso. Não acredito, por exemplo, que eles jogarão por uma bola para levar a decisão para o Beira Rio. Logicamente isso pode até acontecer se o jogo for empatado até o fim. Vão sim ter mais cuidados defensivos, isto é certo. Cabe a nós e à torcida terem paciência o tempo que for preciso. Vejo muitos com aquele pensamento que abomino: “Temos que golear para chegarmos com boa vantagem no lá no Sul”. A vitória é que interessa, depois pensaremos no resto. Já vi muitos entrarem pelo cano com este pensamento. Deixei para o final do artigo o Marcelo, que para mim seria a opção certa para substituir o Ganso, caso ele não jogue. Tudo indica que será lateral, o que significa dizer que o Alexsander vai ter que ficar de olho a todo momento. Já no meio campo ele, Marcelo, teria como já mostrou contra o Cruzeiro grandes chances de criar, desenvolver o seu grande toque de bola. Mas como já disse anteriormente, este problema fica com o nosso Fernando Diniz. Haja coração para aguentar esta partida, mas como sofri e como, durante toda esta Libertadores (meu cardiologista, ficou na saudade) acho que passo por mais essa. Ser tricolor é conviver com o sofrimento, na maioria das vezes, ou sempre ____________________________________

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