🏆 Fim de semana foi de 16 campeões estaduais. Veja todos! | OneFootball

🏆 Fim de semana foi de 16 campeões estaduais. Veja todos!

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Luiz Signor

Campeão invicto, bicampeão, tricampeão, tetracampeão, time que encerrou longo jejum, alguns que celebraram a primeira conquista de suas respectivas histórias…

Teve um pouco de tudo neste fim de semana de 16 campeões estaduais.

E o OneFootball mostra como foi a conquista de cada um dos vencedores deste sábado (22) e domingo (23). Confira:


Alagoano – CSA

O CRB impediu o tri do CSA em 2020, mas viu o maior rival celebrar no último sábado (22).

Após o 0 x 0 na ida, o jogo de volta terminou em 1 x 1, o que levou a decisão aos pênaltis.

E aí brilhou a estrela do goleiro Thiago Rodrigues, que defendeu as cobranças de Jiménez e Jean Patrick, garantindo a vitória por 4 x 3.

Foi o 40º título estadual do Azulão do Mutange, contra 31 do CRB.


Amazonense – Manaus

O São Raimundo segurava o 2 x 2 na Arena da Amazônia até os 51 minutos do segundo tempo. E ia celebrando o título no sábado (22)  após ter vencido na ida por 2 x 1.

Só que Márcio Passos – jogador que ficou marcado por perder o pênalti decisivo da final da Série D contra o Brusque em 2019 – pegou a sobra e, de fora da área, marcou um belo gol.

Hemerson ainda teve a chance do 3 x 3 aos 58 (!), mas perdeu.

E o Manaus levou o Amazonense pela quarta vez em sua história – tinha sido tri entre 2017 e 2019.

Márcio Passos que só foi titular pois o titular Thiago Spice estava suspenso. Acabou como herói e levantando a taça.

Rossini e Tiago Amazonense – de bicicleta – fizeram os gols do Tufão com direito a Lei do ex, já que ambos foram campeões pelo Manaus.

Gabriel Davis e Diego Rosa, artilheiro da competição, marcaram os outros gols do Manaus.

O São Raimundo lutou, mas não encerrou seu jejum. Não vence desde 2006 – é dono de sete taças.


Baiano – Atlético de Alagoinhas

O Atlético de Alagoinhas fez história neste domingo ao conquistar seu primeiro título estadual em 51 anos de história – tinha sido vice em 2020.

E foi campeão na 1ª vez em que o Baiano foi decidido por duas equipes do interior em 116 anos.

Levou a taça após vencer na Arena Cajueiro por 3 x 2. Iran fez um gol contra, mas se redimiu para o Carcará.

O Tremendão terminou com um a mais em campo, pressionou, mas não levou a decisão aos pênaltis.


Capixaba – Real Noroeste

O Rio Branco VN era o atual campeão e queria o bi.

Mas quem festejou foi o Real Noroeste, que já tinha chegado à final de 2019.

Após o 0 x 0 na ida, o duelo deste domingo terminou em 1 x 1 – garantindo pênaltis.

E a Águia Branca levou a melhor por 8 x 7 contando com o brilho do goleiro Waldson.

Foi uma revanche em grande estilo, já que o time tinha sido eliminado nas semis de 2020 justamente pela equipe de Venda Nova nas penalidades.


Carioca – Flamengo

O Flamengo chegou ao sexto tricampeonato de sua história ao bater o Fluminense por 3 x 1 no sábado (22) – ida foi 1 x 1.

O Rubro-Negro foi superior nos dois jogos e viu Gabigol ser decisivo em ambos – três gols no total.

O feito só ajuda a reforçar o grande momento do Rubro-Negro desde 2019.


Cearense – Fortaleza

O Leão tinha a vantagem do empate no jogo único da decisão por ter feito uma campanha superior.

E levou o tricampeonato após o 0 x 0 deste domingo na Arena Castelão. Tri que veio sem derrotas.

Foi a 44ª conquista do Tricolor, que colou de vez no rival, dono de 45 títulos.

O técnico argentino Juan Pablo Vojvoda só precisou de 14 dias para levar a primeira taça pelo Leão (e na carreira).


Gaúcho – Grêmio

Após um longo jejum sem títulos e vendo o rival Internacional enfileirar taças, o Grêmio virou o jogo.

E ampliou a sequência de títulos neste domingo ao ficar no 1 x 1 com o Colorado na Arena.

Tinha vencido no Beira-Rio por 2 x 1 e, com isso, levou o tetracampeonato gaúcho.

Foi, como não poderia ser diferente, um Gre-Nal tenso, com duas expulsões e, no fim, mais festa tricolor – com direito a um minuto de silêncio.


Goiano – Grêmio Anápolis

Foto: Reprodução/Facebook

E por falar em Grêmio… Teve história escrita no Goiano-2021.

Após derrotar o Atlético na semi, o Grêmio Anápolis acabou com o sonho do Vila Nova neste domingo.

O 1 x 1 da ida se repetiu no Onésio Brasileiro Alvarenga levando a decisão aos pênaltis.

Arthur Rezende desperdiçou a sua cobrança, o que fez toda a diferença.

O Grêmio Anápolis venceu por 5 x 4 e foi campeão pela primeira vez.

O Vila segue no jejum – último título foi em 2005.

E o interior volta a ter um vencedor após o feito do CRAC de 2004.


Maranhense – Sampaio Corrêa

A Bolívia Querida não deu chance ao Moto Club neste domingo para levar o Maranhense pela 35ª vez na história.

Tinha vencido na ida por 1  x 0 e voltou a triunfar, desta vez por 3 x 1.

Foi o bicampeonato do Sampaio Corrêa.

O Moto Club segue com 26 conquistas.


Mato-Grossense – Cuiabá

O Operário de Várzea Grande tentava encerrar o jejum de taças que vinha desde 2002.

Saiu na frente do Cuiabá, mas levou o 1 x 1 na Arena Pantanal.

E viu o Dourado de Alberto Valentim levar a taça – tinha vencido por 2 x 1 no primeiro jogo.

Foi o terceiro título invicto do Dourado no Mato-grossense – repetindo o feito de 2018 e 2019.

E o décimo na história.


Mineiro – Atlético

O Galo chegou ao bicampeonato – e ao 46º título mineiro – no sábado (22) diante do América.

Tinha a vantagem de jogar por dois resultados iguais por ter feito campanha superior na fase de classificação.

E levou a taça com o regulamento debaixo dos braços.

Foram dois 0 x 0 e festa alvinegra no Mineirão.

O Coelho perdeu pênalti no jogo da volta e se queixou muito da não marcação de outro na reta final.


Paraense – Paysandu

Não foi fácil, mas o Paysandu levou o Paraense pela 49ª vez na história – e chegou ao tricampeonato consecutivo.

A Tuna Luso venceu na ida por 4 x 2 e abriu o placar neste domingo com o artilheiro Paulo Rangel.

Igor Goulart empatou ainda na etapa inicual – quando a Tuna ficou com um a menos em campo.

Coube ao predestinado Gabriel Barbosa, o Gabigol da Curuzu, entrar na etapa final e marcar três vezes.

A Tuna, que não é campeã desde 1988, ainda perdeu um pênalti com Léo Rosa, sacramentado a conquista do Papão.

Mas tem motivos de sobra para celebrar: voltou à elite com grande campanha e se garantiu na Série D e na Copa do Brasil de 2022.


Paulista – São Paulo

O jejum sem conquistas acabou para o São Paulo (Ufa!).

A última taça havia sido a da Sul-Americana de 2012. E a última conquista no Paulista em 2005.

O Tricolor de Crespo, Luan e Luciano encerrou tais jejuns ao derrotar o Palmeiras por 2 x 0 neste domingo – ida foi 0 x 0.

Voltou a gritar “é campeão” e garantiu ao rival o terceiro vice na temporada.


Pernambucano – Náutico

O Timbu não derrotava o Sport em uma decisão desde 1968. E encerrou o longo tabu de 53 anos neste domingo.

O placar da ida (1 x 1) se repetiu nos Aflitos, levando a decisão para os pênaltis.

O 3 x 3 persistia até Giovanny cobrar e Mailson defender sem dificuldade.

Só que o VAR mostrou o goleiro rubro-negro se adiantando com os dois pés fora da linha – o que é contra a regra.

Giovanny cobrou de novo, fez o gol com direito a toque no travessão e, na sequência, Marquinhos isolou.

Coube a Kieza, autor do gol alvirrubro no jogo e artilheiro do Pernambucano, garantir o 5 x 3 e o tão sonhado título para o Náutico.

Integrantes da comissão técnica leonina e alguns jogadores do Sport foram para cima do árbitro, que precisou ser escoltado.


Piauense – Altos

Campeão em 2017 e 2018, o Altos levou o Estadual pela terceira vez em sua história com facilidade.

Venceu na ida por 2 x 1 e, no sábado (22), fez 3 x 0 no Fluminense.

Manoel (2) e Betinho marcaram para o Jacaré, que disputará a Série C do Brasileiro.

Apesar do vice, o Vaqueiro, que foi à decisão em seu retorno à elite, garantiu vagas na Série D e na Copa do Brasil de 2022 – competições que serão inéditas.


Sergipano – Sergipe

Após superar o Lagarto por 3 x 1 na ida, o Sergipe podia até perder por um gol de diferença no sábado (22).

E foi exatamente o que aconteceu.

O 0 x 0 persistia até os 45 minutos da etapa final, quando Neto marcou para o Lagarto, que segue em busca da primeira taça.

Mas pelo menos celebrou a artilharia de Felipe Alves, que marcou sete gols no torneio.

Foi o 36º título estadual do Sergipe, o maior campeão estadual.


Foto de destaque: Tiago Caldas/CNC