Felipão compreende protesto de jogadores e avalia situação do Cruzeiro: ‘Os problemas são mais sérios do que imaginava’

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A derrota do Cruzeiro para o Oeste por 1 a 0, na Arena Independência, nessa quarta-feira (13), evidenciou os problemas extracampo do clube e o quanto isso tem afetado o desempenho do time dentro de campo. O clube celeste deve dois meses e meio de salário, além do 13º e os jogadores, com respaldo do técnico Felipão, fizeram protesto um dia antes da última partida, não se apresentando para a concentração.

Mais uma vez, Felipão foi ‘para-raio’ das perguntas da imprensa sobre os problemas vividos pelo Cruzeiro, envolvendo questões de dentro e fora de campo. Mas o treinador se limitou a falar apenas de aspectos técnicos. ” Os jogadores se dedicam no treino, no restante, eu não tenho nada que estar envolvido porque são áreas que não são técnicas”. E quanto ao protesto, disse que ocorreu tudo normal.

– Normal. Entendi perfeitamente que é uma forma de tentar conversar com a direção e está tudo bem. Cada um foi para a sua casa, dormiu em casa tranquilamente, como dormem em todos os dias que antecedem a jogos. Se comprometeram em irem para casa e terem os cuidados necessários e acho que aconteceu tudo isso normalmente – disse Felipão.

Algumas das promessas da diretoria com Felipão vem sendo descumpridas, como atrasos de salários e a impossibilidade de registrar novos jogadores, o que tem dado instabilidade no que diz respeito a continuidade do treinador no cargo. No entanto, o técnico cruzeirense desconversou e que segue até o fim do campeonato de forma tranquila.

– Está tudo seguindo os parâmetros que a gente tinha traçado. Então, seguiremos até o fim do campeonato, que é o que a gente vai fazer tranquilamente.

Montagem do elenco

Sobre o plantel, Felipão afirmou que os problemas são “mais sérios do que imaginava” e que entregará à direção quem querem que contratem, se possível, e quem sai.

– Nós estamos demonstrando que temos dificuldades e que os problemas do Cruzeiro são mais sérios do que eu imaginava quando cheguei aqui, o mesmo com a direção quando montou a equipe. Então, temos que entregar à direção o que queremos fazer, a possiblidade de contratações e saídas, que são difíceis, então é uma série de detalhes que terão que ser trabalhadas no decorrer desses dez dias que termina o campeonato e só nos safarmos da Série C, que era aquilo que pretendíamos.