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Entenda por que o Grêmio não deve contratar outro lateral-direito

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Recentemente, o presidente Romildo Bolzan Júnior e o vice de futebol Denis Abrahão declararam estar convictos que o Grêmio tem elenco para voltar à elite do Brasileirão. Dessa forma, o clube só iria contratar se surgisse algum negócio de ocasião.

A ideia é trabalhar com opções do elenco

Antes avaliada como prioritária, a contratação de um lateral-direito está praticamente descartada. A comissão técnica e os dirigentes consideram que Rodrigo Ferreira está evoluindo e contam com a recuperação física do experiente Edilson. Sendo assim, a posição teria suas questões finalmente solucionadas.

Outro motivo que influência para esta decisão é a situação financeira que o clube vivencia. Com a queda para a segunda divisão houve uma redução em torno de R$ 200 milhões nas receitas, o que inviabiliza investimentos pesados. Contratar um jogador médio não agregaria qualidade e geraria custo, logo, a ideia é trabalhar com as opções do elenco. Para a próxima temporada, o Grêmio conta com Lucas Kawan, joia da base que deverá ser promovida ao grupo principal em breve.

O atual titular da lateral-direita, Rodrigo Ferreira, pertence ao Mirassol, de São Paulo, e tem evoluído no Tricolor. No entanto, se o jogador atuar em 25 jogos pelo Grêmio, por 45 minutos, o clube gaúcho terá que exercer a cláusula de compra dos direitos econômicos do atleta. Até aqui, o defensor já jogou 13 partidas com a camisa gremista.

Além de Edilson para a disputa da posição, Roger Machado conta com Rodrigues, Sarará e Jhonata Varela, para um eventual improviso no setor.

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