CR7 no Valencia, Totti no Real e Pelé na BuLi: as quase contratações | OneFootball

CR7 no Valencia, Totti no Real e Pelé na BuLi: as quase contratações

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Carlos Schön

Estamos próximos do fim de mais uma janela de transferências de verão na Europa, na qual muitos anúncios ainda estão por serem oficializados.

Cristiano Ronaldo, como todos sabem, fechou na última sexta (27) com o Manchester United.

Muitas outras transferências, entretanto, que até ficaram próximas de serem concluídas, acabaram não saindo do papel.

Ficou curioso para saber de algumas? Nós listamos para você negociações pra lá de curiosas.

Confira!


🦇 CR7 no Valencia

Não poderíamos começar a nossa seleção com outro nome, não é mesmo?

Apesar de todo sucesso que Ronaldo construiu em sua primeira passagem em Manchester, por um momento essa parceria teve chances de ser desfeita.

Lá em 2006, após a Copa do Mundo da Alemanha, onde Portugal derrotou a Inglaterra nos pênaltis, houve um desentendimento entre o português e Rooney, colegas nos Diabos Vermelhos.

Aliado a isso, o Valencia mostrou bastante interesse em fechar com o gajo, algo confirmado pelo então diretor do clube na época, Amedeo Carboni.

Ainda segundo o italiano, os espanhóis estavam dispostos a desembolsar 10 milhões de euros por CR7.

Patrocinadores iriam ajudar a financiar o negócio, porém o que inviabilizou a transação foi o alto salário do maior artilheiro da seleção portuguesa.

Já pensou se o Robozão tivesse fechado com os Morcegos?


🇵🇱 Lewandowski na Inglaterra?

Isso mesmo: você não se equivocou.

O ainda melhor jogador do mundo quase fechou com um time da Premier League em 2010.

Na oportunidade, o clube em questão era o Blackburn Rovers – que contava com o ex-atleticano Di Santo em seu elenco.

O negócio giraria em torno das 4 milhões de libras e seria gerido por Martyn Glover, um dos mais reconhecidos descobridores de talentos da Premier League.

A razão para a transferência ter melado foi pra lá de inusitada.

Na época, o polonês não pôde viajar da Polônia para a Inglaterra devido à erupção de um vulcão Eyjafjallajokull, na Islândia.

Ele mesmo contou ao jornal inglês Daily Mail, em 2017, a história.

Dois meses depois, o time do então técnico Sam Allardyce perderia a disputa para o Borussia Dortmund, que já contava com dois poloneses no time.

O resto você já conhece…


👑 Pelé na Bundesliga

Nem precisamos nos alongar muito para comentar sobre o Rei do futebol.

Pelé disputou grande parte de suas partidas oficiais na carreira pelo Santos, mas também nos Estados Unidos, pelo Cosmos.

Na Europa, o três vezes campeão mundial não teve chances de brilhar.

Houve, no entanto, possíveis conversas para isso.

Em 1964, o Hannover 96 queria levar o camisa 10 para a Alemanha, por meio de seu diretor, Hans-David Ziegra, que tinha contatos com pessoas ligadas ao Santos.

Tanto o site oficial da equipe alemã, quanto o jornal Bild, relataram sobre a possibilidade de Pelé ter jogado em terras germânicas.

Já imaginou o Rei dizendo “Ich bin der Fußballkönig” (Eu sou o rei do futebol, em tradução livre) em alemão? 😁


🇮🇹 Totti merengue

E se Francesco Totti, maior ídolo da Roma, tivesse deixado tudo para trás para se vestir de branco? Isso ficou perto de acontecer.

Em entrevista à revista Libero em 2020, o eterno camisa 10 Giallorossi comentou sobre duas propostas feitas pelo Real Madrid, em especial uma oferta de 2003.

Totti iria receber algo próximo a 20 milhões de euros por temporada e teria garantida a camisa 10 de Figo (que saiu realmente só em 2005).

Ao final, mesmo com 80% de chances de deixar solo italiano, o ídolo romanista não se tornou um galático.

O manto do Real teria caído bem no Totti, hein? 🤩 Admite aí!


💊 Kaká no Bayer

Muito identificado na Europa com o Milan e também com passagem sem tanto brilho pelo Real, Kaká foi outro que poderia ter desembarcado na Alemanha e mudado os rumos da sua trajetória europeia.

O ex-jogador do São Paulo esteve vinculado ao Bayer Leverkusen.

Em entrevista ao Bild em 2008, o último brasileiro eleito melhor jogador do mundo revelou sobre a possibilidade de ter reforçado o time das Aspirinas lá em 2003, antes de deixar o time do Morumbi.

Os alemães, inclusive, realizaram uma proposta, recusada pelos paulistas.

Kaká havia sido monitorado durante um torneio sub-21 no Catar em 2002.


Foto de destaque: IMAGO / Colorsport