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Coluna: O que esperar de Zé Ricardo?

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Esse é um texto de um torcedor e aqui trago informações sobre a história e marcos na carreira de José Ricardo Mannarino. Como jogador Zé Ricardo atuou zagueiro estreando no futebol carioca em 1987 pela equipe do São Cristóvão e também jogou pelo Olaria nos juniores. Já no futsal carioca jogou pelo América e Vasco da Gama se aposentando cedo, aos 25 anos. Ainda no futsal, Zé Ricardo exerceu a função de técnico no Vila Isabel, Vasco da Gama e Botafogo e Flamengo. Como técnico no futebol dos juniores assumiu o sub-13 do rival em 2005, em 2008 assumiu o comando do Audax Rio e voltou para o Flamengo em 2012 assumindo o sub-15. Em 2014 foi campeão sub-15 e assumiu o sub-20 conquistando o título da Copa Rio na categoria. Em 2015 conquistou o Carioca sub-20 e com o destaque nas categorias de base, Zé Ricardo recebeu o convite para comandar o sub-15 da seleção brasileira, que acabou sendo por ele recusado. No ano de 2016 foi campeão pelo sub-20 da Copa São Paulo e assumiu interinamente o time principal sendo efetivado no mesmo ano, quando terminou o campeonato brasileiro em terceiro lugar. Seu primeiro e único título pelo profissional foi um campeonato carioca pelo rival em 2017. Após sequencia de derrotas foi demitido e assumiu o Vasco em 2017. Pelo Vasco conseguiu classificar o cruzmaltino para a libertadores, mas após sequencia de derrotas pediu demissão em junho de 2018. Depois de dois meses assumiu o Botafogo e foi demitido em abril de 2019. Em agosto de 2019 assumiu o Fortaleza e foi demitido com apenas um mês. Em outubro de 2019 foi contratado pelo Internacional e dirigiu o clube até o final daquele ano. Seu último trabalho técnico foi no Qatar SC, clube que dirigiu por apenas 5 partidas. Zé Ricardo costuma utilizar esquemas 4-2-3-1, 4-1-4-1 ou 4-3-3. É um técnico que sabe trabalhar com a base e tem experiência em revelar jovens jogadores. Apesar de não viver um bom momento nos seus últimos trabalhos, talvez seja o que o Vasco precise no momento: um técnico para trabalhar com a transição da base para o profissional.

Por Tiago Muniz

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