Brasil não é brilhante, mas goleia a Venezuela em estreia

Logo: OneFootball

OneFootball

Luiz Signor

Imagem do artigo: https://image-service.onefootball.com/crop/face?h=810&image=https%3A%2F%2Fwp-images.onefootball.com%2Fwp-content%2Fuploads%2Fsites%2F13%2F2021%2F06%2FBrasil-x-Venezuela-768x470.png&q=25&w=1080

A Seleção Brasileira fez o que dela se esperava diante de uma fragilizada Venezuela – que lidou com um surto de Covid-19.

Não teve uma atuação empolgante, mas venceu por 3 x 0 atuando no Mané Garrincha neste domingo (13).

Graças aos gols de Marquinhos, Neymar e Gabigol.

Foi uma noite especial para o camisa 10, que se igualou a Ronaldo Fenômeno. Ambos têm 67 gols com o Brasil – segundo as contas da CBF.

Poderia ter sido melhor

A Venezuela tentou conter o ímpeto do Brasil desde o início.

A missão de Neymar & Cia. era superar a forte marcação.

As chances foram acontecendo. E o merecido gol veio aos 22. Escanteio com Neymar e sobra para Marquinhos abrir o placar.

A Seleção Brasileira teve mais posse de bola (62%). Fez outro gol – anulado por impedimento -, mas não empolgou na etapa inicial.

Imagem do artigo: https://image-service.onefootball.com/resize?fit=max&h=751&image=https%3A%2F%2Fwp-images.onefootball.com%2Fwp-content%2Fuploads%2Fsites%2F13%2F2021%2F06%2Fimago1003131846h-2048x1423.jpg&q=25&w=1080

E teve gol… dele!

Já com Everton Ribeiro e Alex Sandro em campo, o Brasil tentou adiantar suas linhas e pressionar a Venezuela.

As chances foram surgindo. E o segundo gol veio após a boa investida de Danilo, que foi derrubado na área.

Neymar cobrou e marcou pela 67ª vez com a Amarelinha.

Acionado para a etapa final, Gabigol queria mostrar serviço – foi até amarelado pouco após entrar.

E guardou o seu após Neymar se livrar de Graterol e deixar o camisa 21 na boa.

Brasil 3
Venezuela 0
Fim de jogo

📆 E agora?

O Brasil voltará a atuar na quinta (17), quando terá a seleção peruana pela frente. Jogo no Nilton Santos.

Na mesma quinta, a seleção vinotinto enfrentará a Colômbia. Duelo no Pedro Ludovico, o Olímpico.


Foto de destaque: Lucas Figueiredo/CBF