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·22 de setembro de 2022

Adson Batista descarta mudança de técnico e acena sucessor no Atlético-GO

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Adson Batista deu entrevista nessa quarta na qual voltou a abordar assuntos citados na última segunda. O destaque da entrevista de hoje foi sobre a pela permanência de Eduardo Baptista como técnico e seu sucessor na presidência.

O presidente do Atlético-GO concedeu coletiva após a derrota por 2 a 1 para o Internacional. A repercussão da entrevista segue rendendo e nessa quarta-feira (21), Adson Batista falou sobre a permanência do técnico Eduardo Baptista e sobre o futuro da presidência do clube goiano.

– “Tive uma reunião muito boa com a comissão técnica e o Atlético vai tentar de todas as formas ainda se recuperar. Porém, vejo muitos jogadores um pouco entregues e isso pra mim é o pior, porque vai muito de perfil de pessoas. Já fiz mil reuniões e até agora não conseguimos reagir. O que cabe a mim é fazer o possível até o fim e reformular para o ano que vem para o Atlético voltar aos trilhos. Enquanto tiver possibilidade, eu lutarei”, disse o presidente do Atlético.

– “Acho que o Marcos Egídio vai ser o futuro presidente do Atlético, porque tem capacidade, é honesto e, acima de tudo, vivência dia a dia. Não dá mais para ser dirigente que comanda via satélite. Você precisa colocar pessoas honestas e que vivenciam o clube. Não assino um documento sem ele me dar o aval, porque ele é um grande advogado. Então, esse é o caminho. No futuro, quando as coisas entrarem nos trilhos, vamos avaliar sempre. Quero ser um torcedor simples, talvez de sentar-se na tribuna, porque sou sócio proprietário, pago minhas mensalidades, muitos não pagam”, completou.

Na coletiva de segunda-feira (19) após a derrota para o Internacional por 2 a 1, Adson disse que tirou o Dragão da lama e que o time era um lixo quando chegou à presidência. E hoje ele falou que não se arrepende da declaração.

– “Era mesmo. É ruim eu falar isso, mas o Atlético era uma várzea. Fez boas campanhas, foi campeão em 90, a gente tem que reconhecer os dirigentes que fizeram parte da história, mas nós já passamos tanta dificuldade financeira, de estrutura. A gente não tinha campo para treinar, então eu quis dizer nesse sentido. Talvez a palavra seja forte, mas naquele momento de raiva maior talvez eu nem deveria ter atendido vocês [imprensa]”.

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