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O contrato do Mano com o Grêmio tem uma cláusula de renovação automática caso ele consiga uma vaga direta para a Copa Libertadores.
Hoje, Mano pode conseguir estando no G4 do Brasileirão (ainda não abriu mais vagas pra G5 ou G6) ou ganhando Copa do Brasil, ou Sul-Americana.
Conseguindo isso, não importa o que aconteça, Mano terá seu contrato estendido automaticamente até o final de 2026.
O detalhe dessa história é que o presidente deverá mudar na próxima temporada. Guerra nem sequer deve concorrer a reeleição. E aí, quem pegar, poderá ter Mano com contrato.
Mano e seus auxiliares custam basicamente o mesmo que Quinteros custava, ou seja, na casa de R$ 1 milhão mensal. Hoje, a direção banca todo contrato do Quinteros até o final do ano, a comissão inteira do Mano e agora tá vindo o Felipão. Aumentou significativamente o gasto/investimento.
Se ganhar qualquer competição, é óbvio que o presidente, seja lá quem for, vai ter que mantê-lo. A questão é, por exemplo, se for quarto do Brasileirão e estiver em uma campanha boa, mas não fenomenal, se a pessoa vai querer continuar. Só o tempo vai nos trazer essa resposta.