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·29 agosto 2025

Ministério Público pede a quebra de sigilo dos cartões de crédito do Corinthians

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O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu a quebra do sigilo dos cartões de crédito corporativos do Corinthians. A solicitação à Justiça, aliás, abrange um longo período, de 2018 a 2025. A investigação, portanto, inclui as gestões de Andrés Sanchez, Duilio Monteiro Alves e do afastado Augusto Melo. Para justificar a medida, a promotoria citou a “inércia do clube” e a suspeita de furto de documentos.

O MP, de fato, já havia solicitado as faturas diretamente ao clube. O Corinthians, contudo, ainda não entregou os documentos pedidos pelas autoridades. A promotoria, então, apontou uma “desorganização administrativa” e “interesses políticos conflitantes” que estariam atrapalhando a apuração dos fatos. O pedido de quebra de sigilo, por sua vez, ainda aguarda uma decisão judicial.


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Duilio Monteiro e Augusto Melo serão investigados – Foto: Divulgação / Corinthians

Ex-presidente do Corinthians já admitiu gastos indevidos

A investigação do Ministério Público, contudo, possui duas frentes principais. Uma delas apura o uso dos cartões de crédito para fins pessoais. O ex-presidente Andrés Sanchez, por exemplo, já admitiu um gasto indevido, mas afirma ter reembolsado o clube. A outra frente, que também preocupa, investiga um relatório de despesas com notas fiscais suspeitas de outubro de 2023.

Nesta apuração sobre as notas, a promotoria encontrou indícios de irregularidades. Uma oficina mecânica, por exemplo, confirmou ter emitido uma nota para o clube, mas alegou que nunca prestou o serviço e nem recebeu o valor. Além disso, os sócios do “Oliveira Minimercado”, suspeito de ser uma empresa de fachada, prestaram depoimentos considerados frágeis sobre o fornecimento de marmitas.

O Corinthians, por meio de uma nota oficial, informou que irá colaborar com as apurações. O presidente interino do clube, Osmar Stabile, já prestou depoimento como testemunha no caso. O ex-presidente Duilio Monteiro Alves, por fim, também teve sua gestão incluída no pedido de quebra de sigilo, que agora depende da autorização da Justiça.

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