Atacante do Corinthians comenta sobre punição para as torcidas organizadas do clube: “A gente está acabando com o futebol” | OneFootball

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·4 April 2025

Atacante do Corinthians comenta sobre punição para as torcidas organizadas do clube: “A gente está acabando com o futebol”

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  1. Por Fabio Luigi / Redação da Central do Timão

Na noite da última quarta-feira, 2, o Corinthians foi superado pelo Huracán-ARG, na Neo Química Arena, em confronto válido pela primeira rodada da fase de grupos da Conmebol Sul-Americana e acabou perdendo por 2 x 1. O resultado fez com que o Alvinegro encerrasse a abertura do torneio na terceira posição do Grupo C, fora da zona de classificação para o mata-mata.

Instantes após o apito final, o atacante Ángel Romero foi um dos atletas que concedeu entrevista à imprensa e comentou sobre a punição sofrida pelas torcidas organizadas do clube. A Federação Paulista de Futebol (FPF) proibiu que elas levassem bandeiras e instrumentos deste tipo para Itaquera após a festa com sinalizadores na partida de volta do Campeonato Paulista na última quinta-feira, 27, diante do Palmeiras.


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Foto: Rodrigo Coca/Ag.Corinthians

“Acho que foi injusto, né? Acho que foi uma festa, a torcida não atrapalhou ninguém. Então a gente está acabando com o futebol. Acho que a Federação (Paulista) errou, no meu ponto de vista. Porque não foi um erro grave que a torcida cometeu. Eles estavam gritando para a gente, não estavam insultando ninguém. Sim, eles usaram sinalizador, mas é normal, cara. Acho que é injusto a punição. Eles são muito importantes para a gente.”

“Eu falei isso na entrevista depois da final, que praticamente eles também conseguiram o título com a gente. No último jogo foi muito importante a atmosfera que foi aqui na Arena. Então infelizmente tomamos essa punição, mas eles sempre estão aí. A torcida sempre vai lutar com a gente”, iniciou.

Em seguida, o camisa 11 do Corinthians ressaltou que a equipe precisa “aprender jogar partidas internacionais”. De acordo com ele, são contextos distintos em relação aos jogos de Campeonato Brasileiro e estadual, principalmente em relação à arbitragem.

“São jogos bem diferentes do campeonato brasileiro. Primeiro o juiz, que deixa jogar mais. Os rivais normalmente buscam nossos erros para fazer os gols. Quando a gente comenta o erro, já é difícil de poder reagir. Os caras ficam bem fechadinhos, já fica mais difícil. É isso que eu falo de saber jogar. Saber jogar os campeonatos internacionais contra os juízes, campos adversários. Ser mais malandro nesse sentido, num bom sentido. Será importante poder aprender isso, jogar como a gente tem que jogar campeonatos internacionais. E através disso a gente vai melhorar com certeza os resultados.”

Posteriormente, o paraguaio foi questionado se a equipe havia entrado de forma mais “relaxa” em campo para enfrentar o Huracán dias após a conquista do Campeonato Paulista sobre o maior rival. No entanto, Romero fez ponderações ao desgaste do time em relação à estreia no Brasileirão, fora de casa, diante do Bahia, no último domingo, 30.

“Cara, porque a gente fez um jogo muito desgastante na Bahia, até um jogo bem jogado no primeiro tempo, eu acho, no meu ponto de vista, a gente não jogou mal na Bahia, mas a gente desgastou bastante lá. Foi a viagem que a gente fez no Salvador, depois de uma final desgastante, mas hoje a gente, não é desculpa, mas a gente hoje tinha que sair com a vitória hoje. Jogando em casa, o primeiro jogo da Sul-Americana, mas sim, a gente tem que melhorar isso, de saber jogar campeonatos internacionais, de poder saber diferenciar cada campeonato, e isso seria importante para o resto do campeonato Sul-Americano e também do Brasileirão”, continuou.

Por fim, comentou sobre o seu desempenho individual pouco participativo na partida atuando pela ponta esquerda e, em seguida, comentou o impacto dos desfalques do goleiro Hugo Souza e do meia Rodrigo Garro, ambos com uma lesão grau 2B no retofemoral da coxa direita e tendinopatia no joelho direito.

“A gente não tava compactado, a gente sofria muito contra ataques. Então tudo isso dificulta um pouco também o nosso trabalho no ataque. Não sou eu, acho que também a maioria dos jogadores sofreram isso. Mas é mais erros coletivos que individuais. A gente sabe que tem 11 jogadores que jogam, não sou eu, não é o Yuri (Alberto), o Memphis. O coletivo tem que funcionar e hoje infelizmente a gente não conseguiu jogar como a gente quer, como a gente normalmente está acostumado. E saímos derrotado cometendo nossos próprios erros. Como falei, a gente tem que aprender a não cometer esse tipo de erro nos campeonatos internacionais.”

“A gente sabe da importância que tem o Hugo, que tem o Garro. Eles estão se sacrificando pelo time, eles estão jogando machucado. A gente conseguiu esse Campeonato Paulista, graças a eles também, que eles se doaram muito. Tinha que ver o Garro todo dia sofrendo de dor no joelho, o Hugo também, com muita dor, não conseguia bater a bola, mas uma hora eles tinham que parar. Acho justo também eles pararem agora, no início de campeonato. Mas a gente tem um elenco qualificado, tem um elenco grande, onde a gente tem que mostrar e representar bem o Corinthians. Fazer de tudo para não sentir tanta ausência deles que é muito importante”, finalizou.

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