Jogada10
·31 de agosto de 2025
É titular? Santi cresce às vésperas de nova decisão para o Botafogo

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·31 de agosto de 2025
Da água para o vinho! O meia-atacante Santi, enfim, começou a jogar para valer. Aliás, ele tem gastado a bola e melhorado a cada partida do Botafogo. Neste sábado (30), no Estádio Nilton Santos, na vitória do Glorioso sobre o Bragantino por 4 a 1, pela rodada 22 do Campeonato Brasileiro, o uruguaio voltou a brilhar. Ofereceu caneta, lençol, drible da vaca, letra, passes verticais, tabelas, roubadas de bola, recomposição na defesa… Só faltou fazer chover no Colosso do Subúrbio.
Com Santi em alta, fica a questão. O técnico Ancelotti vai barrar o titular Artur, contra o Vasco, pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil, no Nilton Santos, no dia 11/9? Os treinos durante a Data-Fifa vão ajudar o técnico italiano nesta decisão. Mas o uruguaio pede passagem.
Santi, nos últimos três encontros, tem mostrado os seus predicados de reforço de peso para 2025. Contra o Palmeiras, no Engenho de Dentro, foi protagonista dos 45 minutos iniciais. Depois, em Caxias do Sul, contra o Juventude, saiu do banco para consagrar Chris Ramos, com uma tomada de decisão inteligente. Neste fim de semana, depois de “descansar” contra o Vasco, teve, então, a sua atuação prime pelo Mais Tradicional.
“É um jogador que tem muita competitividade na posição dele. Uma competitividade, dentro do elenco, positiva para todos. Santi vem melhorando, precisa de adaptação, assim como todos porque, no futebol, as coisas podem acontecer. É certo que vai acontecer, mas não sabemos quanto tempo vai levar. Há jogadores que precisam de mais tempo que outros. Muito contente com ele, com a progressão e o compromisso, sobretudo defensivo”, colocou o técnico do Botafogo, Davide Ancelotti.
O uruguaio custou 17 milhões de dólares (cerca de 97,1 milhões de reais) aos cofres do Botafogo, que foi buscá-lo no New York City, na Major League Soccer, a liga profissional dos Estados Unidos, no começo do ano. Santi teve um início difícil, ouviu críticas, esquentou o banco de reservas durante muito tempo e tornou-se coadjuvante. Porém, o tempo parece que deu razão a quem acreditou na ferra charrúa.
“Muito feliz com o meu rendimento pessoal. Mais ainda com o nosso desempenho coletivo. Reconheço que os primeiros meses foram difíceis. Muita exigência e uma troca de liga. Me custou um pouco pegar o ritmo. Mas não jogar tanto me serviu para aperfeiçoar algumas coisas”, disse Santi.
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