
Gazeta Esportiva.com
·28 de marzo de 2025
Coordenador executivo da Seleção, Rodrigo Caetano lamenta demissão de Dorival: “Dia muito triste”

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·28 de marzo de 2025
Nesta sexta-feira, em entrevista à TNT Sports, Rodrigo Caetano, coordenador executivo geral das Seleções masculinas brasileira, lamentou a demissão de Dorival Júnior do cargo de treinador. Para ele, o ex-comandante do Brasil não chegou por acaso na Amarelinha.
“Primeiro um dia difícil para mim particularmente, não só como profissional, por mais que já tenha vivido isso em outros clubes, mas pessoalmente né, pois como disseste, o Dorival não é só para mim um grande treinador, é um grande amigo, tenho uma relação pessoal com ele, já de longa data, e um cara fantástico. Além de um grande técnico, ele não chegou aqui por acaso, disse.
“Um dia muito triste. A decisão foi tomada, é realmente um cargo de confiança que é do presidente da CBF, como seria o caso de um presidente de clubes. Por onde eu passei, eu sempre defendi que o cargo de treinador ele sempre deve ser dividido com o presidente do clube ou com o dono de SAF, pois é um cargo importante”, completou.
Rodrigo também comentou que, apesar da CBF optar por seu seguimento na Seleção, ele não se isenta de responsabilidade.
“Essa missão eu continuo, obviamente agora numa outra situação, depois disso tudo acontecer de forma muito intensa no dia de hoje, poder elaborar a melhor forma possível de dar continuidade e sempre alinhado com a presidência. Mas foi e ainda está sendo um dia difícil, o qual nós lamentamos a interrupção. Sempre foi assim por onde passei, sempre lamentei pois é muito difícil e não me isenta de responsabilidade. Não é porque existiu a troca e hoje eu fico, que me desvincula da responsabilidade, eu também a tenho e sigo com ela. Sigo por uma decisão também do presidente, nessa missão de liderar as seleções masculinas aqui da CBF”, completou.
Dorival Júnior foi demitido na tarde desta sexta. O presidente reeleito da CBF, Ednaldo Rodrigues, definiu a saída do treinador Dorival Júnior durante uma reunião na sede da organização, no Rio de Janeiro. Ele comandou a Seleção Brasileira em 16 partidas, somando campanha de sete vitórias, sete empates e duas derrotas.
Os nomes de Jorge Jesus (Al-Hilal), Carlo Ancelotti (Real Madrid) e Filipe Luís (Flamengo) são os mais ventilados para assumir o comando da Seleção. No entanto, ninguém fez contato oficial.