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·28 February 2025

Versatilidade: analista exalta poder ofensivo do Flamengo

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Filipe Luís chegou para encantar, e o alto nível de jogo do Flamengo se destaca principalmente pelo ataque. Em 2025, o time já marcou 28 gols, e o analista Raphael Rabello, do canal Falando de Tática, exalta e destrincha a parte ofensiva do time.

Para Raphael, a "versatilidade ofensiva e capacidade de machucar os adversários de diferentes formas" é o que mais chama atenção. Por isso, ele explica que se correr, o bicho pega. Se ficar, o bicho come.


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"Se o adversário sobe a marcação, o Flamengo troca passes com muita consciência, ocupa bem os espaços, acha a primeira pressão nas costas e progride muito bem. Se o adversário bloqueia o corredor central, o Flamengo joga por fora, com o lateral, em profundidade. Se o adversário tenta encaixes individuais no setor central, o Flamengo vai fazendo passes para frente e para trás, e vai manipulando essa marcação até achar as costas de pressão", explica.

Com imagens, ele mostra no seu vídeo, situações em que a equipe aproveita os lados do campo enquanto o adversário tenta proteger o meio.

"O adversário tentando bloquear o corredor central, tentando se compactar, o Flamengo joga por fora, profundidade do Gerson para o Varela, e bom cruzamento. O lado direito é o lado da profundidade, sempre com Wesley ou com Varela. Com ponta trabalhando um pouco mais por dentro e o corredor aberto para o lateral fazer cruzamento para trás", diz.

As dinâmicas de Filipe Luís são importantes para atacar.

"O Flamengo vai promover alguns passes para frente e para trás e vai ganhar as costas. Essa é uma dinâmica que o Flamengo também usa muito", aponta.

A atração é essencial para explorar os espaços.

"Plata baixa para atrair a marcação e o Flamengo dá uma bola longa direta na lateral-direita. Tem dinâmicas entre o ponta e o lateral, tem bastante situação para que eles possam se associar e achar vantagens, com o ponta indo por fora e lateral por dentro, e vice-versa", explica.

Manipulação no jogo por dentro

O analista explica a importância dos volantes para povoar o meio. É assim que se abre espaço nos corredores. Quando o time rival tenta marcar os lados, o Mengão acha espaço por dentro.

"Pesando o corredor central com dois volantes. Segura a bola, acha as costas do ponta rival. O Flamengo enche de jogadores o corredor central para gerar espaço por fora. Quando você marca o corredor central, o Flamengo joga por fora. Se o adversário tenta ocupar os lados do campo, o Flamengo joga pelo meio", comenta.

Ele também aponta facilidade de frustrar as marcações encaixadas, com o toque de bola abrindo cada vez mais espaços pelo meio.

"Encaixes individuais no corredor central. Flamengo passa para frente, para trás, vai manipulando. Constrói com paciência para gerar espaço nas costas. Eles encaixam e deixam espaço nas costas", diz.

O toque curto na saída de bola também é importante para atrair os marcados ao campo de defesa, deixando buracos no meio-campo.

"Induz o adversário a subir os blocos, as linhas, e acha nas costas. Paciência e tranquilidade, passes curtos. Sempre essa dinâmica de botar o pé em cima da bola para atrair o adversário", finaliza. Assista à análise.

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