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·5. April 2025
A quem interessa este ambiente hostil antes de um Porto-Benfica?

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A dois dias do clássico, o presidente do FC Porto voltou ao tema da paz podre, falou de conluio, facilitismo e situacionismo. O que o presidente portista fez, mais do que marcar uma posição, criou um ambiente de hostilidade. Fê-lo no início da semana e repetiu a dose, a dois dias do clássico.
Agora percebe-se melhor o que quis dizer André Villas Boas quando disse que este era o jogo mais importante da temporada para o Porto. O que não se esperava é que recorresse à hipocrisia e à mentira para criar um ambiente que possa empolgar os seus adeptos.
Não é o futebol português que preocupa Villas Boas. Se fosse, não incendiava o clássico, a dois dias da sua realização. Villas Boas está a falar para os adeptos mais radicais do seu clube, porque é essa a paz podre que o preocupa. Não a que vigora no futebol português mas a que vigora entre a atual direção do FC Porto e uma parte dos seus adeptos mais radicais.
A dois dias do clássico, a pergunta que importa fazer não é “a quem interessa a paz podre no futebol português?”, mas sim a pergunta “a quem interessa este ambiente hostil antes de um Porto-Benfica?”