A principal declaração e o ato simbólico do Arthur na sua apresentação
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Resumo do que disse Arthur na sua coletiva de apresentação:
O Arthur que retorna aprendeu mais sobre profissionalismo. Por atuar com lendas do futebol, entendeu que não é só chegar na quarta e no domingo e jogar.
Aprendeu muito sobre profissionalismo, de chegar antes, fazer trabalhos na academia e todo trabalho passado para entrar em campo.
No Barcelona, aprendeu a fazer combinações rápidas das jogadas. Na Itália, evoluiu muito taticamente, entendeu muito sobre defender e ajudar sem a bola.
A principal declaração foi quando Arthur disse que acha que ele precisa muito mais do Grêmio do que o Grêmio precisa dele. Jamais passou pela sua cabeça que seria o contrário.
A sua principal motivação é estar bem no Grêmio, ter a continuidade que faltou em alguns momentos, mas depois vai pensar em Seleção Brasileira.
A liderança é conquistada com atitudes. Não na entrevista. Vai fazer de tudo para conquistar a liderança. Sabe o quanto isso é importante.
Na sua opinião, o futebol brasileiro evoluiu muito nos sete anos que esteve fora. Tem vários jogadores que poderiam estar na Europa e quiseram estar aqui. Evoluiu tática e tecnicamente.
Ainda não teve uma conversa com o Mano sobre onde e como vai jogar. Disse ter zero vaidade de onde irá jogar.
Vinha treinando, fez pré-temporada com a Juventus, mas não jogou ainda. E teve toda a questão da mudança, está um tempo sem treinar. Está bem fisicamente, mas sem ritmo de jogo.
No final, um jornalista do Bola nas Costas deu uma coroa e um bastão para o “Rei Arthur”. Ele agradeceu, mas não colocou a coroa. Disse que não se considera um rei. Arthur se manteve muito focado e não quis a brincadeira, que poderia gerar algum tipo de repercussão.